8 de jul. de 2020

Antiga Benção Nahuatl

"...Eu entendo a mim mesmo, porque só eu vivi e experimentei minha história; 
porque me conheço, sei quem sou, o que eu sinto, o que eu faço e por que faço. 
Me respeito e me aprovo. 
Eu honro a Divindade em mim e em você...
Somos livres." (trecho final de Antiga Benção Nahuatl-por: Dai Leiton)

12 de jun. de 2020

Hino a Sto Antônio-Intérprete: Maria Bethânia

Salve, Glorioso Santo Antônio!!!
Hino a Santo Antônio - Intérprete: Maria Bethânia

1 de jun. de 2020

MPM Web Rádio – A Música do Maranhão o Tempo Todo


Além de sucessos atuais, clipes, entrevistas e programas de segmentos específicos, a programação da MPM Web Rádio está recheada de clássicos da música popular produzida no Maranhão em todos os tempos. 

O ouvinte confere muita música boa, promoções, eventos e notícias. A rádio conta ainda com com locutores on line interagindo com recados e chat. A emissora é uma iniciativa dos músicos Josias Sobrinho e Chiquinho França. 
Confira a programação no site:
MPM Web Rádio – A Música do Maranhão o Tempo Todo
https://mpmwebradio.com/

20 de mai. de 2020

17 de mai. de 2020

Substâncias x Misturas-Confira dicas do canal Química Fácil do Prof. Dr. Rogério Teles

Química é Fácil é o canal do Prof. Dr. Rogério Teles no youtube.
O canal Química é Fácil está recheado de aulas e informações sobre Química, abordando os conteúdos de Ensino Médio e Graduação.
Prof. Dr. Rogério Teles, Doutor em Química Orgânica (UFPB), Mestre em Química Analítica (UFMA), Especialista em Educação Ambiental (IFMA) e em Administração Escolar (Universo-RJ), além de ser graduado em Química Industrial e em Química Licenciatura, pela UFMA.
Confira:

3 de abr. de 2020

Hino da Canalha – Affonso Romano de Sant’Anna


Hino da Canalha – Affonso Romano de Sant’Anna


A canalha se ajuntou de novo, a canalha!
Em torno da mesma mesa e toalha
E acanalhando-se outra vez
Acanalhou-nos a todos, a canalha!

A canalha é ávida e inquieta, a canalha!
tem a audácia do corvo e a avidez da gralha,
com bico de urubu fuça a mortalha,
a canalha não larga o osso, a canalha!

No jogo do faz-desfaz, a canalha
nos  mantém no fio da navalha,
vive brincando com o fogo
e sai rindo da fornalha, a canalha!

Achincalha tudo o que toca, a canalha!
E ela nuca tarda e nunca falha,
sabe onde semeia e amealha,
mistura o trigo com a palha, a canalha!

Trabalha em silêncio, a canalha!
E  pode ter cara jovem ou grisalha.
De novo vão fazer o banquete
e nos jogar a migalha, a canalha!

A canalha não tem ética, a canalha!
Mostra os seus brasões e medalhas,
guarda os cofres na muralha
e faz da história uma bandalha, a canalha!

Diante dessa canalha
não sei se é melhor falar direto
ou se a metáfora atrapalha.
Bato no meu poema ou cangalha
e denuncio à minha gente a gentalha.

Pudesse fugir, fugia
para Pasárgada, Maracangalha,
Diante dessa canalha
Valha-me Deus!
e o próprio demônio valha!
In: SANT'ANNA, Affonso Romano de . O lado esquerdo do meu peito: livro de aprendizagens. Rio de Janeiro: Rocco, 1992.
Fonte:http://oscarbrisolara.blogspot.com/2013/08/hino-da-canalha-affonso-romano-de.html

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2 de abr. de 2020

Ode aos Calhordas – Rubem Braga


Ode aos Calhordas – Rubem Braga


Os calhordas são casados com damas gordas
Que às vezes se entregam à benemerência:
As damas dos calhordas chamam-se calhôrdas
E cumprem seu dever com muita eficiência

Os filhos dos calhordas vivem muito bem
E fazem tolices que são perdoadas.
Quanto aos calhordas pessoalmente porém
Não fazem tolices — nunca fazem nada.
Quando um calhorda se dirige a mim
Sinto no seu olho certa complacência.
Ele acha que o pobre e o remediado
Devem procurar viver com decência.

Os calhordas às vezes ficam resfriados
E essa notícia logo vem nos jornais:
"O Sr. Calhorda acha-se acamado
E as lamentações da Pátria são gerais."

Os calhordas não morrem — não morrem jamais
Reservam o bronze para futuros bustos
Que outros calhordas da nova geração
Hão de inaugurar em meio de arbustos.

O calhorda diz: "Eu pessoalmente
Acho que as coisas não vão indo bem
Pois há muita gente má e despeitada
Que não está contente com aquilo que tem."

Os calhordas recebem muitos telegramas
E manifestações de alegres escolares
Que por este meio vão se acalhordando
E amanhã serão calhordas exemplares.

Os calhordas sorriem ao Banco e ao Poder
E são recebidos pelas Embaixadas.
Gostam muito de missas de ação de graças
E às sextas-feiras comem peixadas.(1953)
In: BRAGA, Rubem. Livro de versos. Il. Jaguar e Scliar. Pref. Affonso Romano de Sant'Anna. Posfácio Lygia Marina Moraes. Rio de Janeiro: Record, 1993
Fonte:https://www.escritas.org/pt/t/12128/ode-aos-calhordas
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6 de mar. de 2020

Exposições no Ateliê Telma Lopes

Exposição permanente de obras realizadas pela artista visual Telma Lopes, utilizando diferentes técnicas, incluindo coleções temáticas sobre meio-ambiente e sustentabilidade. 
Ateliê Telma Lopes 
Endereço: Beco do Silva, 67-Centro Histórico (próximo a Igreja da Sé)

23 de fev. de 2020

Agenda do Gigante Negro: Bloco Afro Akomabu/2020

Confira a agenda do Gigante Negro: Bloco Afro Akomabu para este carnaval de 2020.
O Bloco Afro Akomabu desfilará neste carnaval de 2020 com o tema: "Luisão: guerreiro quilombola, símbolo da luta contra o racismo"
O Professor Luiz Alves Ferreira, militante quilombola filho ilustre da comunidade de Saco das Almas foi médico, um dos fundadores e o primeiro presidente do Centro de Cultura Negra do Maranhao.

2 de jan. de 2020

2020-Janeiro

Construa o seu 2020, Novo a cada dia!!!

Construa o seu 2020, Novo a cada dia!!!

Bem aventurado todo homem nascido novo homem a cada novo ano
Bem aventurado aquele homem novo que aventura-se ao novo.
Construa o seu 2020, Novo a cada dia!!!



24 de dez. de 2019

Gingobel - Crônica de Ubiratan Teixeira

Feliz Natal, em todos os dias do Ano Novo!!!
Fonte:http://www.comtransfiguracao.com/noticias/entao-e-natal-a-festa-crista/









Natal? Uma crônica do querido Ubiratan Teixeira, de saudosa memória. 
Gingobel
Ubiratan Teixeira*

A criatura falou que eu estava mal humorado, que devia estar com algum problema de ordem emocional e quis saber se havia alguma razão lógica para isso, acrescentando que era tempo de “festas”, que Papai Noel estava vindo para alegrar nossos corações, época de sair por aí cantando o gingôbel: a criatura estava convidando para um encontro de confraternização natalina.

— Não. Não estou mal humorado não, princesa. E nem curto nenhuma crise pessoal: apenas estou desmotivado para participar de uma reunião desse gênero. Mesmo por que não vejo nenhuma razão para confraternizar nem o que iria confraternizar.

— Sendo assim fica frio, gatão. Te vejo noutros natais.

E desligou o telefone depois de um prolongado beijo via satélite.

Confraternização pela passagem de mais um natal.

É claro que estou me sentindo um privilegiado apesar da morrinha que envolve o esqueleto, das juntas doloridas e dessa gripe desadorada que está me tirando do sério. Mas entre viver o momento e fazer dele uma festa de arraial a distância é muito grande.

Primeiro, preciso encontrar o gaiato que inventou esse chavão de “melhor idade” para os que já passaram dos setenta. Sei que a idéia é sublime, uma forma humana de compensar os transtornos naturais da idade avançada, as juntas emperradas, as tripas trôpegas funcionando precariamente, a criatura inteira preparando-se para o decúbito dorsal definitivo.

Gosto da criatura que me fez o tal convite, mas acho-a de uma leviandade fora dos meus limites de tolerância.

— Bira, tô sendo paga para isso e me passaram uma relação básica de convidados. Não é um festão como foi o do milênio, nada disso, exigindo longo e a black tié. Podes vir com tuas chinelas de dedo e vestido nas tuas bermudinhas de chita, que ninguém vai chiar! Uma festinha em petit comitê para cem convidados e pediram que eu a completasse com os nomes que eu achasse mais importante de nossa vida cultural.

Aquele detalhe foi que me alertou e me fez lembrar no segundo seguinte de Maria Cachucha, uma comédia de costumes – que é como se qualificava o gênero, na época -, escrita por Joracy Camargo nos anos 40, onde os milionários da história convidavam sempre para suas badaladas festinhas, como “atração” cultural, os excêntricos “vassouras” e “bota-pra-moer” da comunidade – que é como desde muito tempo, nesta cidade, políticos e administradores culturais estão considerando os artistas maranhenses de todos os gêneros quando pilhados fora de seu habitat natural: excêntricos e animal carente.

Independendo disto considero farisaico este tipo de ajuntamento: comemorar e confraternizar o quê? As malditas previsões de São João acontecendo escancaradamente e ninguém conseguindo perceber? –guerras e conflitos sendo armados no Oriente e no Ocidente, meia dúzia de desvairados entupindo o mundo de tóxico, a miséria e a fome de uma grande faixa do planeta sendo encaradas como um fenômeno natural? Nunca gostei do natal; tudo muito convencional e muito falacioso, muito fora de nossa realidade cultural, desde os símbolos mais populares, como a tal árvore coberta de neve e o Papai Noel Coca-cola, até os presentes às vezes comprados com sacrifício do salário e da paz de espírito; incluindo os sorrisos e os tapinhas nas costas.

Eu ainda era bem criança, mas nunca me esqueci do meu primeiro choque cultural com os festejos natalinos, na visão dramática de seu Leitão, um correto funcionário do SAELTPA, sendo devorado por tubarões próximo ao Matadouro num dia 25 de dezembro e do comentário do tenente Viegas, meu pai adotivo, para minha mãe também adotiva, Dica: “- O sujeito se matou, envergonhado com o débito que fez para a festa de natal. E agora os agiotas vão deixar a viúva com os filhos sem eira nem beira”.

Minha segunda visão conflitante com o Natal aconteceu no Jardim Decroly, quando Santinha Vasconcelos não podendo pintar Perereca de alvaiade para ser o Menino Jesus do presépio vivo que a escola iria mostrar ao interventor Paulo Ramos (Perereca era um negrinho traquinas, filho adotivo do próprio Interventor) me escolheu para tal função; mas não permitiu que eu ficasse assim como vim ao mundo, do mesmo modo como deveria estar o Menino na sua Santa Manjedoura.

O terceiro conflito ocorreu no segredo do meu próprio lar, também na primeira infância, quando meu pai intuiu que eu havia descoberto o segredo do Papai Noel: “Não tem mais graça, minha velha, falou o tenente para minha mãe: ele já sabe de tudo…”.

Fatos desses gêneros e outros de maior impacto ligado à data foram tirando meu encanto pelo Natal. Principalmente aquela comilança da meia noite, todo um ritual pagão de libação e desordem – por que só nessa noite as pessoas se abraçavam e se desejavam felicidades? Por que o tal espírito natalino não funcionava o resto do ano? Por que só nessa noite titia Nilma deixava que eu lhe bolinasse, mas me castigava nos dias seguintes? Por que todas essas coisas só nesse dias e não no resto do tempo inteiro?

“Hoje não temos guerra, na Itália”, lembro de meu pai comentando consigo mesmo, rodando o dial do nosso potente rádio “Mende”, na tentativa de sintonizar a BBC de Londres, nos anos 40: “Só música de natal”, concluía diante de uma peça qualquer de Haendel.

Não gosto de Natal justamente por isso, por causa do farisaísmo da raça, que se agride o ano inteiro, que se violenta e se degrada, mas de repente, só para se fazer notar, dá trégua a seus ódios, às suas indiferenças para com o próximo, aos seus desrespeitos e às suas desvirtudes para confraternizar: param suas guerras pessoais ou coletivas, recolhem suas armas, reembainham temporariamente suas facas e estiletes e cantam em coro o tal do gingôl bel.

Mas o planeta está muito entulhado de maldades, para se cantar qualquer tipo de noite feliz.

*Ubiratan Teixeira, o querido "Bira" era professor, crítico de arte, jornalista, ficcionista, diretor e autor de textos teatrais. Integrante de importantes movimentos culturais de São Luís, entre os quais a Sociedade de Cultura Artística do Maranhão (SCAM) e o Centro Cultural Graça Aranha. Trabalhou em diversos jornais da cidade e era colaborador de O Estado, onde publicava, às sextas-feiras, suas crônicas. Era membro Academia Maranhense de Letras desde 1978, onde ocupava a cadeira nº 36.  Entre suas obras de destaque estão “Pequeno Dicionário do Teatro” (sua primeira publicação (1970), ampliada e reeditada em 2005); “Caminho sem Tempo” (farsa/tragédia/musical; 1980); Bento e o Boi (teatro; 1987); O Teatro que eu Vi e o Espetáculo que eu Fiz (ensaio; 1989); Búli-búli (teatro infantil; 1992); “O Bequimão”(teatro-inédita). Realizou diversas montagens da peça "Natal na Praça" de Henri Ghéon; sempre com elencos e adaptações atualizadas. 
*Gingobel-crônica publica em 16/12/11 na coluna Hoje é dia de: (Caderno Alternativo-O Estado do Maranhão).

23 de dez. de 2019

Feliz Natal, todos os santos dias!!!

Fonte:http://customizando.net/35-ideias-de-presepios-criativos-e-diferentes/

Feliz Natal, todos os dias!!

Fonte:http://customizando.net/35-ideias-de-presepios-criativos-e-diferentes/

Feliz Natal, todos os dias!!!

Fonte:http://customizando.net/35-ideias-de-presepios-criativos-e-diferentes/

Feliz Natal, todos os dias!

Fonte:http://www.galerafashion.com/2018/12/como-ter-um-presepio-criativo-e.html