8 de dez de 2017

Árvore de Natal? Faça a sua!!!

Fonte:http://www.namoradacriativa.com/2014/11/as-60-arvores-de-natal-mais-criativas-encontradas-na-internet.html

Árvores de Natal? faça a sua!


Fonte:http://www.namoradacriativa.com/2014/11/as-60-arvores-de-natal-mais-criativas-encontradas-na-internet.html


Natal 2017-demitindo a rena


Natal 2017-pedidos ao PapaiNoel


Esperando pelo Natal


Rod Stewart - Have You Ever Seen The Rain (Official Video)



Have You Ever Seen The Rain?
Intérprete: Rod Stewart - Compositor: Jonh Fogerty
Esta é uma regravação da música de Creedence Clearwater Revival


Someone told me long ago
There's a calm before the storm
I know
It's been coming for some time

When it's over, so they say
It'll rain a sunny day
I know
Shinin' down like water

I wanna know
Have you ever seen the rain?
I wanna know
Have you ever seen the rain
Comin' down on a sunny day?

Yesterday and days before
Sun is cold and rain is hot
I know
Been that way for all my time

'Til forever, on it goes
Through the circle, fast and slow
I know
It can't stop, I wonder

I wanna know
Have you ever seen the rain?
I wanna know
Have you ever seen the rain
Comin' down on a sunny day?
Yeah!

I wanna know
Have you ever seen the rain?
I wanna know
Have you ever seen the rain
Comin' down on a sunny day?

Fonte:https://www.vagalume.com.br/rod-stewart/have-you-ever-seen-the-rain.html

6 de dez de 2017

A Cochinchina... Em 07 de dezembro de 1858 franceses e espanhóis bloqueram a Cochinchina.

Foi num longíncuo 07 de dezembro de 1858 que franceses e espanhóis bloqueram a Cochinchina.

Cochinchina foi o nome dado à região no sul do atual Vietname, na Indochina. Inicialmente de localização imprecisa, foi assim nomeada pelos navegadores portugueses, que no século XVI aportaram no reino anamita localizado ao norte do reino de Champa. De 1862-1948 foi uma colônia francesa com capital em Saigon e, posteriormente, entre 1955 e 1975, foi o Vietname do Sul até que, após a queda de Saigon, passou a integrar o Vietname
Etimologia[editar | editar código-fonte]

O nome "Cochinchina" foi cunhado pelos portugueses que aportaram em Champa cerca de 1516:[1] "Cochim" (Kuchi) era o nome usado em língua malaia para nomear toda a região, termo por sua vez derivado do chinês jiao zhi, pronunciado localmente giao chỉ.[2] Os portugueses nomearam-na então "Cochim-China" para distingui-la de "Cochim" na Índia, a cidade onde haviam estabelecido inicialmente a sua sede,[3] devido à sua localização intermediária com a China (semelhante à denominação posterior de Indochina aplicada ao Vietnã de hoje). Outras referências do século XVI fazem menção ao termo "Chinacochim" ou ainda "Champachina".
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Cochinchina


Salve, João do Vale!!!


Em 06 de dezembro de 1996 morreu João do Vale “O Senhor do Carcará”


"...Mas o negócio não é bem eu, é Mané, Pedro e Romão,
Que também "foi" meus colegas, e "continua" no sertão
Não puderam estudar, e nem "sabe" fazer baião..." (Minha História-João do Vale)

28 de nov de 2017

Tonico e Tinoco - Inhambu xintã e o xororó



O Inhambu-xintã e o Xororó
(Intérpretes: Tonico e Tinoco - Compositor: Atos Campos)

Eu não troco meu ranchinho amarradinho de cipó
Por uma casa na cidade, nem que seja bangalô
Eu moro lá no deserto, sem vizinho, eu vivo só
Só me alegra quando pia, lá pr'aqueles cafundó
É o inhambu-xintã e o xororó
É o inhambu-xintã e o xororó

Quando rompe a madrugada canta o galo carijó
Pia triste a coruja, na cumeeira do paiol
Quando vai entardecendo, pia triste o jaó
Só me alegra quando pia, lá pr'aqueles cafundó
É o inhambu-xintã e o xororó
É o inhambu-xintã e o xororó

Não me dou com a terra roxa, com a seca larga pó
Na baixada do areão eu sinto um prazer maior
A rolinha quando anda, no areão faz caracol
Só me alegra quando pia, lá pr'aqueles cafundó
É o inhambu-xintã e o xororó
É o inhambu-xintã e o xororó

Eu faço minha caçada antes de sair o sol
Espingarda de cartucho, patrona de tiracolo
Tenho buzina e cachorro pra fazer forrobodó
Só me alegra quando pia, lá pr'aqueles cafundó
É o inhambu-xintã e o xororó
É o inhambu-xintã e o xororó

Quando eu sei de uma notícia que outro canta melhor
Meu coração da um balanço, fica meio banzaró
Suspiro sai do meu peito,que nem bala jeveló
Só me alegra quando pia, lá pr'aqueles cafundó
É o inhambu-xintã e o xororó
É o inhambu-xintã e o xororó

26 de nov de 2017

As pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas

Seleção de trechos do Grande Sertão: Veredas
ROSA, João Guimarães. Grande Sertão: Veredas. 19. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.

As pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas
O senhor... Mire veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas - mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior (2001, p. 39).

Fonte:http://relendorosa.blogspot.com.br/2010/12/grande-sertao-veredas.html

24 de nov de 2017

Edson Gomes - Árvore

...Todo santo dia, pois todo dia é santo
E eu, sou uma árvore bonita... (Árvore-Edson Gomes)


Árvore-Edson Gomes

Ando sobre a Terra
E vivo sob o Sol
E as.. e as minhas raízes
Eu balanço, eu balanço eu balanço


Vem me regar mãe
Vem me regar, oh, oh, oh
Vem me regar mãe
Yeah! Vem me regar


Todo santo dia, pois todo dia é santo
E eu, sou uma árvore bonita
Que precisa ter os seus cuidados


Me regar mãe
Vem me regar oh, oh, oh
Vem me regar mãe
Yeah! Vem me regar


E ando sobre a terra
E vivo sob o sol
E as, e as minhas raízes
Eu balanço, eu balanço, eu balanço ((Árvore-Edson Gomes))

21 de nov de 2017

Papa: colonização cultural ou ideológica não tolera diferenças
TERÇA-FEIRA, 21 DE NOVEMBRO DE 2017, 10H17
Na homilia de hoje, Papa alertou sobre colonização cultural ou ideológica, que torna tudo igual e acaba por perseguir também os cristãos
Da Redação, com Rádio Vaticano
Papa durante Missa na capela da Casa Santa Marta / Foto: Rádio Vaticano
A colonização cultural ou ideológica não tolera as diferenças e torna tudo igual, terminando por perseguir também os cristãos. É o que sublinha o Papa Francisco na homilia da missa desta terça-feira, 21, na Casa Santa Marta, refletindo sobre o martírio de Eleazar, narrado no livro dos Macabeus e proposto na primeira leitura.
O Papa Francisco ressalta que existem três tipos diferentes de perseguição: uma perseguição apenas religiosa, outra político-religiosa, por exemplo a ‘Guerra dos 30 anos’ ou a ‘noite de São Bartolomeu’ e uma terceira perseguição, puramente “cultural”, quando chega “uma nova cultura que quer fazer tudo novo e fazer uma ‘limpeza’ nas tradições, na história e também na religião de um povo”. Este último tipo de perseguição é aquela em que se encontra Eleazar, condenado a morrer por fidelidade a Deus.
O relato desta perseguição cultural – observa o Papa – começou ontem, quando alguns, ao ver o poder e a beleza magnífica de Antíoco Epífanes, pensaram em fazer uma aliança para ser modernos. Assim, umas pessoas do povo tomaram a iniciativa e foram até o rei, que lhes deu a possibilidade de introduzir instituições pagãs nas nações. Não as ideias ou os deuses, mas instituições – frisa Francisco. Portanto, este povo que havia crescido em torno da Lei do Senhor faz entrar ‘novas instituições’, uma nova cultura que faz uma ‘limpeza’ de tudo: cultura, religião, lei, tudo.
Trata-se de uma verdadeira colonização ideológica que quer impor ao povo de Israel este ‘hábito único’ que alguns aceitaram porque parecia ser uma coisa boa. O povo então começou a viver de um modo diferente.
Surgem porém algumas resistências para defender “as boas tradições do povo”, como aquela de Eleazar que era um homem digno, muito respeitado, e o Livro dos Macabeus narra a história destes mártires, destes heróis. Assim, tem continuidade uma perseguição surgida por uma colonização ideológica que destrói, “faz tudo igual, não é capaz de tolerar as diferenças”.
A palavra-chave que o Papa evidencia é precisamente “raiz perversa”, isto é, Antíoco Epifanes.
Se tira, portanto, a raiz do povo de Israel e se faz entrar esta raiz perversa para fazê-la crescer no povo de Deus, com o poder, estes hábitos novos, pagãos, mundanos.
“E este é o caminho das colonizações culturais que acabam por perseguir também os fiéis. Mas não devemos ir muito longe para ver alguns exemplos: pensemos aos genocidas do século passado, que era uma coisa cultural, nova: “Todos iguais e estes que não têm o sangue puro, fora, e estes..”. Todos iguais, não há lugar para as diferenças, não há lugar para os outros, não há lugar para Deus. É a raiz perversa. Diante destas colonizações culturais que nascem da perversidade de uma raiz ideológica, Eleazar, ele mesmo, se faz raiz”.
E o Papa observa que Eleazar morre pensando nos jovens, para deixar a eles um nobre exemplo. Assim, Eleazar “o mártir, aquele que dá a vida, por amor a Deus e à lei, se faz raiz para o futuro”.
Diante daquela raiz perversa, portanto, “existe esta outra raiz que dá a vida para fazer crescer o futuro”.
O Papa observa que aquilo que veio do reino de Antíoco era uma novidade e que as novidades não são todas más, basta pensar no Evangelho, em Jesus, que é uma novidade, mas é preciso saber distinguir.
“É preciso discernir as novidades. Esta novidade é do Senhor, vem do Espírito Santo, vem da raiz de Deus ou esta novidade vem de uma raiz perversa? Mas, antes, sim, era pecado, não podia matar as crianças; mas, hoje, pode, não tem tanto problema, é uma novidade perversa. Ontem, as diferenças eram claras, como Deus fez. A criação era respeitada; mas hoje, somos um pouco modernos… você faz, você entende…, as coisas não são tão diferentes e se faz uma mistura de coisas.”
A novidade de Deus, ao invés, “nunca faz uma negociação”, mas faz crescer e olha o futuro, acrescenta o Papa. “As colonizações ideológicas e culturais somente olham o presente, renegam o passado e não olham o futuro. Vivem no momento, não no tempo, e por isso não podem nos prometer nada. Com esse comportamento de fazer todos iguais e cancelar as diferenças, cometem, fazem o pecado feito da blasfêmia contra o Deus criador. Toda vez que chega uma colonização cultural e ideológica se peca contra Deus criador, porque se quer mudar a Criação como Ele a criou. E contra esse fato que ao longo da história aconteceu muitas vezes, existe somente um remédio: o testemunho, ou seja, o martírio”.
Eleazar dá um testemunho da vida pensando na herança que dará com o seu exemplo: “Eu vivo assim. Sim, dialogo com aqueles que pensam diferente, mas o meu testemunho é assim, segundo a lei de Deus”. Eleazar não pensou em deixar dinheiro ou outra coisa, mas pensou no futuro, “na herança do próprio testemunho”, ao testemunho que teria sido “para os jovens uma promessa de fecundidade”. Portanto, se cria raiz para dar vida aos outros. E o Papa concluiu desejando que o seu exemplo “nos ajude nos momentos talvez de confusão, diante das colonizações culturais e espirituais que nos são propostas”.
(reproduzido de Canção Nova)
Fonte: https://noticias.cancaonova.com/especiais/pontificado/francisco/papa-colonizacao-cultural-ou-ideologica-nao-tolera-diferencas/

O matuto e o coroné

"O matuto e o coroné" - Jessier Quirino (Texto do livro Agruras da Lata D`água e do CD Paisagem de Interior)

11 de nov de 2017

Novembro Pretos Sem preconceito - Programação

Novembro Pretos Sem preconceito - Programação desenvolvida pela Profª Ms. Cláudia Matos de Sousa, no CEMSA-São Cristovão