18 de abr de 2013

Dia Nacional do Livro Infantil







O dia 18 de abril deve servir de estímulo para que as crianças comecem a se interessar e sentir prazer pela leitura. Como o livro infantil é o gênero favorito entre os leitores com idade entre 5 e 10 anos, ele deve ser mais divulgado nas escolas e ser abordado em casa com motivação dos pais para criar o hábito de ler.


Origem do Dia Nacional do Livro Infantil - O Dia Nacional do Livro Infantil foi criado em homenagem à Monteiro Lobato e serve de estímulo para as crianças adotarem o hábito da leitura. O Sítio do Pica-pau Amarelo é uma das produções mais notáveis de Monteiro Lobato.





O dia nacional do livro infantil foi criado não só para motivar a leitura, mas também para fazer uma homenagem a Monteiro Lobato, que nasceu no dia 18 de abril de 1882. Especializado na Literatura Infanto-Juvenil, o escritor ganhou muitos prêmios por causa dos seus trabalhos e se tornou um nome respeitado no campo literário.






Entre as obras mais notáveis de Monteiro Lobato, vale ressaltar “Jeca Tatu”, “A Menina do Nariz Arrebitado” e “O Sítio do Pica-pau Amarelo”, sendo que o último trabalho mencionado inspirou uma produção televisiva. O escritor brasileiro foi responsável por criar personagens inesquecíveis, como Narizinho, Pedrinho, a boneca Emília, o Visconde de Sabugosa e a Cuca.



Monteiro Lobato teve uma carreira de sucesso e em cada obra criada procurou valorizar traços da cultura brasileira. Ele trouxe a tona em suas histórias várias figuras folclóricas e também demonstrou grande habilidade para inserir elementos da literatura universal nos seus livros. O autor de livros infantis faleceu em 1948, mas deixou um legado que continua encantando gerações. Em 2002, a data de nascimento de Monteiro Lobato foi oficialmente registrada como o Dia Nacional do Livro Infantil.


O livro "Cazuza", do escritor maranhense Viriato Correa é um marco na literatura para crianças no Brasil.


A obra Cazuza, verdadeira história de um menino de escola, de Viriato Corrêa, foi publicado pela primeira vez em 1938, e ocorreu numa época onde grande parte dos textos infantis brasileiros parecia comprometida com a formulação, defesa e difusão de uma determinada imagem de Brasil e de cidadão que a ele convinha.


“Não me lembro qual a minha idade quando ficou decidido que, no ano seguinte, eu entraria na escola. Mas eu devia ser muito e muito pequeno. Tão pequenino que não pronunciava direito as palavras e ainda chupava o dedo e vestia roupinhas de menina.”
Com essas linhas, o menino Cazuza inicia o relato de sua infância, que há mais de 60 anos vem sendo contada em livro homônimo de Viriato Corrêa. Na esteira da tradição dos romances de formação, Cazuza ou a história verdadeira de um menino de escola, como o autor afirma ter pensado em chamá-lo, disseca, em tom memorialista, o cotidiano da escola primária no período compreendido entre o fim do século XIX e início do século XX. Seria um bom título, não fosse sua extensão, uma vez que a idéia da escolarização como rito de passagem é bastante forte no livro, sendo, inclusive, o mote de toda a história – adentrar o mundo da escola significa tornar-se um “homenzinho” e, de uma vez por todas, “deixar os vestidinhos” para “ganhar calcinhas de menino”. ( Fonte:(http://marcialaurindo.blogspot.com.br/2011/05/cazuza-viriato-correa.html)


Viriato Correia (Manuel V. C. Baima do Lago Filho), jornalista, contista, romancista, teatrólogo e autor de crônicas históricas e livros infanto-juvenis, nasceu em 23 de janeiro de 1884, em Pirapemas, MA, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 10 de abril de 1967.

Em São Luís, IFMA-Monte Castelo homenageou o escritor, batizando o teatro da Instituição com o seu nome. Desde o início, na, ainda Escola Técnica Federal do MA (ETFMa), depois Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET-MA) e, atualmente Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), o Teatro Viriato Correa sempre foi um dos mais importantes palco da produção cultural maranhense.


Inaugurado em fevereiro de 1942, o Cine Teatro Viriato Correia nasceu com o nome de Teatro Escolar. Na época, tinha capacidade para abrigar 800 expectadores e sua infraestrutura era dotada de assentos de madeira, piso de taco, telhado de vigas cruzadas, portas largas e cortinas de veludo vermelho. Ao longo de 70 anos de existência, o espaço foi palco para apresentações teatrais, exibição de filmes, solenidades de diplomação de alunos, aulas de canto, encontros religiosos, posses do grêmio estudantil, entre outras atividades.

Após passar por uma longa reforma, o Cine Teatro Viriato Correia do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA) foi reinaugurado em 18 de agosto de 2012. Atualmente, com capacidade para abrigar 350 expectadores, o espaço apresenta um visual moderno, composto de forro acústico perfurado, paredes revestidas de tecido absorvedor sonoro, piso emborrachado, poltronas acolchoadas e adaptadas para obesos, espaço para cadeirantes, sistema de climatização, mezanino, banheiros, iluminação de palco frontal e lateral, mesa de luz com 24 canais, mesa de som com 18 canais.

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